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Era cada coelho

Realmente não existe fim-de-semana mais bem passado do que um em que quase não conseguimos falar. Não significa que eu tivesse grande coisa para dizer, mas sempre sou bom a reclamar e dizer mal das pessoas. Ora, se não consigo falar porque tenho a garganta toda arranhada, as pessoas já não têm o prazer de receber um insulto meu e, logo de seguida, veremos a taxa de suicídio a aumentar, porque é certo e sabido que as minhas palavras são capazes de desencorajar a maioria dos suicidas. A maioria porque existe uma pequena parcela de pessoas com tendências suicidas que são surdas e como tal, eu posso falar à vontade que não iria dar em nada.
Eu até já pensei em aprender linguagem gestual para conseguir falar com os surdos, mas segundo dizem, aquilo parece que dá algum trabalho. Ou seja, quando me pedem para escolher entre ter o trabalho de aprender linguagem gestual para prevenir que os suicidas surdos não se matem, ou não ter trabalho nenhum e deixar os surdos morrer, eu escolho logo a segunda sem pensar nenhuma vez.
Eu sei que fazer isso pode parecer maldoso e que os surdos todos devem estar nestes momento a insultar-me, mas como eu não percebo linguagem gestual não me afecta nada, por isso, podem continuar à vontade enquanto eu vou ver se mato um coelho à pedrada (É com frases bonitas como estas que eu conquisto os meus amigos, as amigas preferem quando eu digo frases mais simpáticas do estilo: espera um bocado que eu vou ali ver se afogo um gatinho).

Diabo = Meu Amigo

Neste momento acho que posso afirmar sem dúvida alguma que me sinto preocupado. Já o estou acerca de 6 minutos, que foi a altura em que reparei numa coisa gravíssima! E não pensem que estou assim por ter descoberto agora que vou ter quatro testes esta semana, apesar de isso ser motivo mais que suficiente para me preocupar e levar-me quase à loucura, loucura essa que se encontra presente todos os dias, mas sempre de uma forma saudável (se é que isso existe).
Começo o dia normalmente, faço tudo que costumo fazer nos outros dias, até que, reparo que ninguém me veio perguntar como é que sei que se um assalto for simples, ele perde a piada toda. Já passou uma semana desde que escrevi tal coisa e ainda ninguém se deu ao trabalho de me perguntar como é que eu sei isso tudo.
Agora questiono-me o porquê de a tal pergunta ainda não ter sido feita. E a resposta mais evidente que me vem logo à cabeça: já toda a gente sabe que os assaltos precisam de ter piada por experiência própria. É tão simples quanto isso. Não precisei cá de meditar muito nem nada. Foi mesmo enquanto o diabo (meu grande amigo, conhecemos-nos desde o tempo do jardim de infância) esfregava um olho.
Mas não pensem que eu fiquei preocupado com tal resposta, apenas fiquei preocupado por não me terem feito a pergunta. Que isso da criminalidade não me afecta muito – já que as vezes que sou assaltado são tão poucas que nem me lembro quando foi a última vez. O que me deixa preocupado é não me fazerem a pergunta porque, muito provavelmente, pensam que eu não vou dar respostas credíveis – que apesar de acontecer na maior parte dos casos, ainda existe algumas vezes em que não se verifica.

Eram 4 ou 5 por dia

Bem, hoje já me posso dar por satisfeito, já realizei a minha boa acção do mês – é costume realizar-se uma boa acção por dia mas eu faço uma por mês porque um amigo meu chega a realizar 4 ou 5 por dia, por isso acaba por compensar aquelas que não faço. Mas mesmo assim não deixo de fazer a minha boa acção mensal.
E ela acabou por ser hoje. Andava eu pela rua, quando me vieram pedir ajuda. Sendo eu uma pessoa muito prestável decidi atender ao pedido (porque até era uma coisa relativamente fácil). Pretendiam saber a localização de um certo sítio e eu indiquei-lhes sem problemas nenhuns, tendo mesmo recebido um obrigado por tal informação.
Nisto de pedir indicações, uma coisa que me mete alguma impressão é quando vamos pedi-las e começam logo com: “Amigo, não há nada que enganar!”, quando isso acontece já sabemos que nos vai mandar por uma rua qualquer (muitas vezes em terra batida, mais conhecida por atalho), que só essa pessoa conhece.
Outra das indicações bastante gira de se dar é dizer que não é daquela zona – isto resulta em todas as situações, mesmo quando se está a sair de casa e vêm logo perguntar-nos. Basta dizer que não somos da zona que não somos mais incomodados.

Uma boa sanduíche…

Finalmente consegui descobrir uma utilidade para se comer, para a comida (alimentos na generalidade) já eu tinha descoberto enumeras coisas que se podiam fazer com ela, mas comer sempre foi algo que nunca me provocou grande interesse, porque nunca vi qual era o seu grande objectivo, o propósito para o qual tinha sido criado esse hábito.
Estava eu muito bem da minha vida, a trabalhar bastante – pode não ser verdade mas vamos prosseguir e assim em vez de ser uma história verdadeira passa a ser uma fictícia – continuando, estava eu a suar de tanto trabalhar mas não estava a ser capaz de realizar uma tarefa. Não sendo capaz resolvi que o melhor era experimentar e ir preparar uma sandes para matar a fome devido ao meu tremendo esforço. Mas, qual não é o meu espanto, quando ao preparar a dita sandes consegui visualizar a resposta para o problema de tal forma, que aquilo foi como se de repente passasse uma folha a andar com as respostas (nesse dia não tinha consumido qualquer tipo de estupefacientes que me levassem a ver as folhas a andar, apesar de parecer o contrário).
Apesar de ter preparado a sandes, não foi o acto de a comer que serviu para algo, mas sim o acto de a preparar, ou seja, ainda não foi desta que descobri para que serve, mas tive tão perto de o descobrir. Quase que conseguia sentir as utilidades a chamarem por mim, sim, eu imagino que as utilidades da comida são capazes de produzir sons parecidos com o falar, no entanto não sendo capazes de produzir frases com lógica).

Fui roubado!

Neste momento encontro-me ligeiramente para o decepcionado, cansado também mas não existe qualquer relação entre os dois, a menos que consideremos que os dois são palavras, aí já existe uma certa relação de parentesco.
Encontro decepcionado porque descobri que ainda não foi este ano, que tive o privilégio de receber o Nobel da Paz. Já o espero à 16 anos e até hoje, por incrível que pareça, ainda não recebi nenhum (o Nobel da Literatura, esse já o recebi por duas ou três ocasiões e não é por isso que me encontro mais feliz).
É que eu não compreendo o motivo de ter eu ter ficado para trás em relação ao Sr. Al Gore. Se formos a ver bem, ele apenas nos disse que as alterações climáticas nos vão matar a todos e depois até fez um filme todo engraçado. Não me disse nada que eu não soubesse e acho que isso não contribuiu para a paz, pelo contrário, até fez com que eu começasse a bater nas pessoas por estarem a poluir o ambiente.
Agora se formos analisar o meu caso, eu não fiz nada que incentivasse a guerra (a não ser bater nalgumas pessoas mas isso foi tudo culpa do Sr. Al Gore), também não fiz nada para acabar com ela, isso é verdade, mas também uma pessoa não pode fazer tudo logo de uma só vez caso contrário é capaz de ficar um bocado para o cansadito.

Génio? Só às vezes

Isto de uma pessoa estar de férias tem muito que se lhe diga, pois a ideia principal das férias é, basicamente, descansar não fazendo nada (se quiserem eu empresto o meu dicionário e vocês vêem que é isso que está lá escrito). E como eu sou uma pessoa bastante respeitadora e cumpridora de todas as regras achei que o melhor a fazer nas férias seria tentar fazer o mínimo possível, ou até mesmo nada.
Até agora tenho conseguido realizar isso sem nenhuma dificuldade, aliás nem é muito difícil, mas supostamente eu não deveria ficar mais cansado do que quando estudava (que por sinal era muito) e quando realizava um quantidade considerável de exercício físico. É que parece que não, mas não fazer nada cansa mais que outra coisa qualquer.
Sei que essa ideia parece bastante estúpida, principalmente se tivermos em conta que é minha, mas se pensarmos que a maior parte dos grandes génios foram considerados para a sua época como malucos e alguns anos depois aplaudidos, acho que posso afirmar que tenho toda a razão.

Amigos!!! Eu?!

Ai, amigos! Essas pessoas tão nobres capazes de nos ajudar em qualquer altura e situação, muitas das vezes sem que se peça algo.
Essas palavras aí em cima podem ser a definição dos amigos dos outros, mas não dos meus. Então não é que eu faço um esforço tremendo para pedir desculpas a toda a gente (coisa que não acontece muitas vezes), a parte da arma apontada à cabeça isso já nem é novidade, é já uma coisa que eu lido muito bem, já quase que faz parte da minha rotina: acordar, lavar a cara, tomar pequeno-almoço e logo de seguida aparecer alguém e apontar a dita da arma, sendo algumas dessas pessoas mais simpáticas para mim do que os meus próprios amigos.
Mas não é a minha longa experiência com armas que está em causa, mas o acto de eu tentar redimir-me, pedindo desculpas. Então eu que faço aquilo que me pedem, mas mesmo assim continuo a ser vaiado e ainda me tratam pior do que quando eu não pedia desculpas a ninguém. Aí uma pessoa fica a pensar se vale a pena tratar bem as pessoas ou se é melhor trata-las abaixo de cão.

Evidente

Como é evidente aquele último post, só foi escrito porque tinha uma pessoa com uma arma encostada à cabeça a dizer-me para o fazer e como eu temi que ia deixar muita gente triste com a minha perda, eu atendi ao pedido.

Desculpem

Pelo título disto já devem ter uma breve ideia do que eu vou dizer aqui, a não ser que não saibam o que significa a palavra desculpem e aí vamos ter problemas sérios. Mas para aqueles que não saibam eu aconselho-vos a ler, para tentarem entender o significado da palavra.
É que isto de ter um blog é cansativo porque se o queremos manter no topo, somos levados a fazer coisas um bocado estúpidas, como por exemplo, por de lado a nossa humildade que tanto nos caracteriza. Se tivermos em conta as vezes que eu disse que era melhor que todos não chegam os dedos todos das mãos e dos pés para contar (a não ser que por algum motivo, que não vou questionar, tenham 27 dedos, não se preocupem eu não quero julgar ninguém).
De uma maneira simples e sucinta, eu queria pedir desculpa por ter achado que era, sou e serei melhor que toda a gente junta. Pode não parecer mas eu sou uma pessoa humilde, igual a tantos outros. Uma pessoa que na sua modéstia decide que o melhor a fazer é ir tirar as batatas do quintal, em vez de ir para a praia bronzear.
Peço que aceitem as minhas sinceras desculpas.

É só emulação…

Ando um pouco cansado ultimamente, porque isto de ser um gajo importante tem muito que se lhe diga, é sempre a trabalhar, uma pessoa não consegue ter um minuto para comer em paz (não consigo comer em paz porque como é evidente não tenho dinheiro para comprar comida, que me leva muitas vezes a ter que vender os meus prémios).

Depois de descobrir esta minha veia para a escrita, esta minha vocação, tenho estado a trabalhar bastante nela. Neste momento tenho escritos 3 livros (dois romances e um de acção) e estou quase a terminar um quarto livro, este último uma autobiografia.
Os livros não sei quando é que se irão encontrar disponíveis nas lojas, mas neste momento encontro-me a estudar várias propostas para atingir esse objectivo (são bastantes as propostas e eu sou bom a escrever, não a ler, por isso ainda é capaz de demorar algum tempo).
Toda a gente que os leu gostou muito deles e não se conseguem decidir qual deles é que merece o prémio Nobel, por isso eu estou a pensar lançar um cada ano, para assim conseguir ganhar três, tornando-me assim no único gajo a conseguir ganhar 3 prémios Nobel e ainda por cima consecutivos.

Tirando o facto de estar muito cansado, mas mesmo assim estar aqui no computador a estragar os meus olhos, porque isto quem está parado por gosto não cansa, estou bastante satisfeito.

Eu sei mais que….

Pelo título disto já devem estar a pensar que venho para aqui dizer que sou o maior e que sou melhor que vocês todos, mas não. Por incrível que pareça isso não vai acontecer HOJE, pois mas cheguei à conclusão que não é preciso andar aí a dizer aos sete ventos que sou o maior porque toda a gente já sabe disso e não é necessário maça-los, é que ao fim de algum tempo de uma pessoa a ouvir o que digo tende a ficar com algumas tendências suicidas (isso é se já não as tivesses porque eu também não tenho culpa de tudo).
Apesar de muita gente dizer que eu não sou bom a medicina eu descobri que até sou melhor que alguns médicos, senão vejam: o médico disse que a minha lesão iria impedir-me de andar pelo menos durante uma semana e passaram apenas 4 dias e eu já estou “rijo como um pêro” (sempre imaginei que ao dizer esta expressão fosse entrar o pequeno Saul com um acordeão mas isso não se veio a verificar).

Levei um amarelo

Pois é, depois de ter sido ridicularizado e chamado de fraquinho (coisa que nunca vou perdoar, já que eu sou uma pessoa muito sensível que se sentiu muito ofendida e humilhada pois tenho uma imagem a manter).
Parece-me que aquela dor não tinha nada a ver com os meus poderes, pelo menos foi o que o médico disse, porque eu fui ao médico (e para responder a muitas das vossas perguntas: não, não fui ao psiquiátrica), segundo ele tenho uma ligeira contusão que me deixa incapacitado de executar qualquer actividade física, ou seja, não vou poder levantar-me ás 6h30 para ir tratar das minhas batatas.
Mas isso de passar uma manhã no hospital é algo bastante produtivo, pois tive a oportunidade de ver um documentário sobre as gaivotas, ficando a saber que elas são são aves marinhas da família Laridae e sub-ordem Lari, levando-me a crer que foi um dia bastante mais educativo de que ir à escola, principalmente se pensar que na escola aprendo mas também me causa contusões.

Acabou

Hoje venho aqui demonstrar os meus mais sinceros sentimentos a todos aqueles seres que ainda têm aquilo a que se chama de AULAS. Os meus pêsames porquê perguntam vocês (vou dar-vos um tempo para decidirem se fazem a pergunta ou se simplesmente me mandam à m****), pêsames porque para mim já não à mais aulas, a não ser as de natação. Eu sei que os poucos que se encontram a ler isto já devem estar a dar cabeçadas em tudo o que é sitio a pensar na sorte que este gajo tem. Mas não têm que sentir injustiçados só porque eu tenho mais sorte, pensem apenas no quanto mal devo estar após ter perdido os meus poderes e terem voltado hoje as dores, mas desta vez dói-me o tornozelo.

P.S. Não sei se as dores estão de alguma maneira relacionadas com isto mas eu apoiei mal o pé.

Ai que dor

Hoje vim aqui e reparei que eu já não escrevia à já uma semana e pus-me a fazer as contas e reparei que eram 8 dias sem escrever nada. Tendo isso em conta, reparei que fui capaz de fazer uma coisa que nunca achei possível: contar para trás, o que me deixou bastante feliz (é para verem que eu fico contente com coisa estúpidas). É que eu achava que isso era uma coisa que só acontecia nos filmes e nos contos de fadas, mas pelos vistos consegui surpreender-me a mim mesmo.
Mas como todas as coisas boas, esta trouxe-me um problema, dói-me bastante as pernas, e não é só uma, são logo as duas (para quem não sabia, passou a saber que tenho duas pernas).
Em suma, só sou capaz de contar para trás se me doerem bastante as duas pernas e como eu sou uma pessoa que não gosta de dor e contar para trás não me serve de nada, acho que vou abdicar desse poder.

P.S. Raquel: As nuvens são azuis e não tem muitas cores ao mesmo tempo, isso é estúpido.

Brilhant****

E eu que ontem tinha-me preparado mentalmente e fisicamente para escrever aqui um magnifico texto, um texto que iria impressionar o mundo devido ao seu brilhantismo, quando me deparo com um problema: não tinha net. Isso deixou-me um bocado transtornado pois eu estava todo contente porque iria escrever um texto digno de um prémio Nobel, ou até mesmo um Pulitzer, quando vejo que não o poderia publicá-lo já que não tinha net. É que este texto iria servir-me para impressionar muita gente (miúdas), ele iria modificar a mentes das pessoas, no sentido que iria torná-las mais estúpidas comparadas com o meu brilhantismo. O problema é que esse texto alterou-me completamente que eu esqueci-me o que iria escrever nele.
É pena que isso se tenha verificado, caso contrário este seria outro momento do meu brilhantismo.

Chinesisses

Ultimamente tenho recebido na minha caixa de e-mail vários mails em chinês. Eu não sei chinês, mas gostava de saber, (já que é sempre algo muito útil para o nosso dia-a-dia, principalmente agora que anda para aí tanto chinês). Mesmo assim não os apago. Deve ser alguma admiradora secreta. Chinesa. Ou será que é japonesa? É tão parecido. Os olhos também.
Mas existe uma coisa interessante nos chineses pois eu não percebo como é que eles conseguem comer com paus (ou será que são os japoneses?).

Noticias

Hoje decidi falar de uma coisa que eu acho muito importante e que acho que tem sido pouca trabalhada e estudada nos últimos dias. Posso dar umas pistas, não é sobre o veracidade do curso do nosso 1º ministro, nem sobre o Conselho de Ministros extraordinário no sábado, nem que o Paulo Macedo vai deixar a Direcção-Geral dos Impostos, é sobre aquilo que eu costumo chamar de Eu. Mas apesar de ser um assunto deveras importante e com muitas problemáticas relacionadas acho que é melhor ficarmos pela superfície. Por isso apenas vou dizer que sou modesto e o maior; tendo isso em conta, acho que posso afirmar que eu fui um marco muito importante na vida de muita boa gente, que modifiquei completamente a vida de muitas poucas pessoas, caso contrário não teria conversas do género: “hoje eu vi um gato morto e ele parecia papa”, ou uma que eu gosto muito “o cão preso coça as pulgas, aquela que caça não as sente”.

Reclamar!!!

Muita gente reclamado comigo porque acham que eu não actualizo aqui isto à muito tempo (quando eu digo muita gente, entenda-se que são no máximo dos máximos duas pessoas). Eu simplesmente não escrevo aqui nada porque dá muito trabalho pensar em algo para escrever. Outro dos motivos é que as pessoas a quem eu roubo os meus textos não estão a escrever nada de jeito (pensavam que eu iria dar-me ao trabalho de usar a minha cabeça para escrever um texto?). Sei que três dos que estão a ler isto estão todos chateados a chamar-me de ladrão, mas eu não me importo, já que é de pessoas que o inferno está cheio, ou seja, se o inferno está cheio eu vou ter que ir para o paraíso.

Esta sociedade

Uma coisa que eu sinto saudades que havia antigamente, no século XIX, era o facto de o facto de um gajo ter uma amante ser bem aceite pela sociedade. É uma coisa pela qual eu sinto algumas saudades, já que, ter duas mulheres era bem aceites por todos, até era sinal de riqueza, pois quem era capaz de sustentar duas mulheres, tinha muito dinheiro. Mas as mulheres não, tinham um amante é cortar logo a cabeça.
Mas a sociedade de agora cria preconceitos ao facto de um homem ter uma amante e ainda dizem que nós evoluímos!!!

É bom voltar ás origens

Sabe tão bem pegar numa bola, numas pedras para fazer de baliza e uns bons amigos. É receita garantida para se passar um bom bocado.

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