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Balla e Bullet
Afinal isto do estudo até pode ser bastante lucrativo e informativo. Partindo do pressuposto de que todas as pessoas estudam com música, então ainda mais lucrativo o é. É que para além de uma pessoa aprender aquilo que está a estudar também faz novas descobertas a nível musical.
A minha última descoberta foi os Balla e o seu novo album “A nova mentira”. A banda de Armando Teixeira demonstra aquilo que melhor se faz em Portugal em termo de pop e electrónica. Ele volta aqui a provar a sua genialidade, compondo ele próprio responsável pela composição, gravação e produção de todo o disco.
Outra das descobertas foi os Bullet, também de Armando Teixeira (isto é que deve ter sido uma trabalheira a pensar nos nomes para as bandas), desta vez numa vertente mais hip-hop, com alguns toques de jazz, soul e funk. Desta vez um projecto mais para o instrumental mas com a presença de bastantes convidados a nível vocal.
Sem duvida alguma, duas bandas a ter em conta no panorama musical português
Pulseira nova!
Existem espectáculos que nos marcam de tal forma que a gente não consegue esquecer, mas também existem outros que só queremos esquecer. Ainda existe um outro grupo, o grupo daqueles que nós não queremos esquecer, mas esquecemos porque andamos a dar cabeçadas às paredes – coisa bastante interessante de se fazer, desde que seja uma boa parede.
Como não podia deixar de ser, este a que fui no sábado deixou marcas. Mas deixou marcas no sentido que fiquei com a garganta toda arranhada, de tal forma que até me custava a falar no dia seguinte.
O espectáculo até foi interessante (parece que era de dança ou qualquer coisa assim parecida), mas teve uma coisa de mau: eles (as) dançam bem, ou seja, se eles (as) dançam bem, eu passo a sentir mal ao ver que não danço nada. Não é que eu ainda não soubesse desse facto, apenas não é necessário andar para aí a dizer tal coisa a toda a gente.
Praia e Wraygunn
Esta quinta-feira finalmente percebi que afinal eu tenho razão, razão em ainda não ter ido à praia. Até agora, eu não tinha ido à praia, mas como algumas pessoas persistiram, eu decidi aceder a esse pedido, mas depois do dia que passei parece que nunca mais volto a repetir. Não sei porque motivo mas parece que tudo o que podia acontecer de mal aconteceu (e eu não fiz nada para merecer isso).
Vamos analisar a situação melhor: perdi o comboio; enganei-me novamente no comboio e fui parar a 7km do meu destino (sei que foram 7km porque eu fiz esse caminho todo a pé, é coisa que se faz numa 1h20); quando está vento forte não é agradável estar na praia; umas bolha nos pés à mistura; e nem falo de “meio-escaldão” que apanhei na zona da cara.
Acho que não podia ter escolhido melhor dia para ir para a praia que este. É que depois de passar por todos esses inconvenientes, não fiquei lá com grande vontade de voltar à praia.
Mas que melhor maneira de esquecer uma porcaria de ida à praia, que no dia a seguir* ir ver um concerto grande concerto por parte dos Wraygunn. O Paulo Furtado é mesmo grande maluco, é até mais maluco que eu e eu sei bem que isso é bastante difícil de acreditar. Foi mesmo um concerto de deitar a casa abaixo (apesar do concerto ser ao ar livre) e eu digo isso literalmente, porque eles destruiriam o palco.
*para quem desconhece, o dia a seguir à quinta-feira é a sexta![]()
Tristeza
Depois das graves acusações das quais fui alvo, a semana tem vindo a melhorar. Basicamente esta era a frase que eu queria estar a dizer, mas se a dissesse estaria a mentir. E depois, para além de ser acusado de fazer pouco, ainda era acusado de mentir.
Estas semanas têm sido do pior, é que depois das acusações de fazer tudo aquilo que qualquer pessoa que trabalha muito deve fazer nas férias: descansar, fui surpreendido com terríveis notícias. Se já não chegasse a terrível notícia (não foi aquele avião que caiu no Brasil que isso não me afecta assim muito); à alguns meses tivemos a notícia de que as fantásticas Spice Girls iriam voltar (aqui temos o mau); esta semana tive a notícia de que os Backstreet Boys também iam voltar (aqui temos o muito mau).
Com notícias dessas qualquer pessoa fica abalada, ficando até a pensar duas ou três vezes se é melhor cortar os pulsos ou pedir a outra pessoa para os cortar. Ainda à pouco vi um surdo a pensar se seria boa ideia fazer o mesmo (para quem não sabe, um surdo não consegue cortar os pulsos, por isso é que sente a necessidade de pedir aos outros para o fazer).
Mas não é só de más notícias que esta semana foi feita (ainda hoje é quarta). Hoje tive a enorme felicidade de descobrir um filme maravilhoso, bem merecedor de um Óscar.
Já lá vão alguns anos de computador e nunca tive a felicidade de conseguir jogar o fantástico: Minesweeper. Bem sei que podia ter lido as instruções, mas nunca pensei que isso fosse ajudar.
O filme encontra-se aqui disponível e acho que se não fosse este senhor e o seu blog, eu ficaria sem saber o quão bom é o Minesweeper.
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