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Filmes e mais filmes
Quando se está de férias dá tempo para ver muitos filmes como:
Planet Terror (2007)
Esta é a segunda parte do projecto Grindhouse, mas acho que é melhor não colocar o Death Proof em comparação com este, porque este sai a perder. Em termos de argumento, acho que podemos afirmar que ele quase não existe, ele é apenas uma desculpa para um sem fim de efeitos especiais, em nada comparável com os diálogos de Quentin Tarantino. Mas esse era o objectivo do filme, fazer algo de divertido e para passar um bom bocado, onde, apesar de ser um filme de terror, conseguimos largar umas boas gargalhadas.
Plan 9 from Outer Space (1959)
Depois de ver este filme percebi que o seu realizador – Ed Wood Jr. – não foi votado como o pior realizador da história do cinema sem bons motivos. E basta vermos o filme para confirmar isso (é a noite a virar dia e o dia a virar noite tudo na mesma cena). Mas somos capazes de perdoar tudo isto quando sabemos que ele apenas fez aquilo que lhe parecia bem, aquilo era a sua visão das coisas. Apenas uma visão não tão geral. Não interessa se fica bem feito, desde que faça sentido para o autor. E para ele não é importante os pormenores mas a visão geral.
Ed Wood (1994)
Um filme do grande Tim Burton que nos conta a vida de Ed Wood Jr. Depois de o visionar-mos conseguimos compreender melhor quem foi Ed Wood, a vontade que tinha de fazer cinema e tudo aquilo que ele passou para o fazer. E isto visto pelos olhos de Tim Burton só poderia ficar genial, visto serem os dois bons apreciadores de cinema e gostam do que fazem.
The Good, the Bad and the Ugly
Depois de ver este filme, posso dizer que esta manhã visionei uma obra-prima. Daqueles clássicos que qualquer pessoa deveria ver e rever até se cansar (apesar de isso me parecer um bocado impossível). É sem dúvida uma obra-prima a todos os níveis, desde os actores ao argumento, sem nunca esquecer a forma como o realizador – Sergio Leone – conta a história, com o uso e abuso de planos próximos, de forma a tentar-mos perceber aquilo que cada personagem nos quer dizer.
E não nos podemos esquecer da banda sonora. Este é daqueles filmes que nos marca muito por culpa da sua banda sonora, onde ela é usada e interage com o filme dando-lhe outra cor, outra alma e em cenas como a do duelo final em que ela suaviza o clima. Ela torna as emoções mais fortes ficando assim o filme ainda melhor de assistir e mais marcante.
Não sabemos os nomes das personagens, mas também não é importante pois tudo aquilo que precisamos de saber é-nos, muitas vezes, transmitido por um simples olhar.
A sua premissa até pode não ser algo de inovador – três homens à procura de um tesouro durante a Guerra Civil – mas a forma como o argumento foi idealizado, torna a sua história interessante e prende o espectador até ao fim.
O Despertar da Mente
Depois do filme que vi estes dias acho que finalmente posso dizer que sei o que é um óptimo filme. É que estas férias fartei-me de ver filmes, fartei-me no sentido que vi uma grande quantidade de filmes, sendo que alguns deles me marcaram bastante (e não estou a falar da marca que fiquei quando levei com a caixa do filme na cabeça).
Uma coisa que acontece com grande frequência quando se vê bastantes filmes, é apanhar com alguns que simplesmente dava vontade de pagar só para não ter que o ver outra vez (esses normalmente costumam ser os filmes que nos são emprestados para passar tempo).
Claro que como não podia deixar de acontecer, também vemos filmes realmente bons; filmes que chegamos ao fim e que vemos que nenhum dos segundos foi em vão. Um desses casos foi O Despertar Da Mente (no original Eternal Sunshine of the Spotless Mind). Esse sim foi um filme realmente bom, em que conseguimos perceber o óptimo actor que o Jim Carrey é; quase não se o reconhece, já que não o vemos numa actuação totalmente diferente ao habitual. O guião é do melhor, mas os actores escolhidos e as suas interpretações fazem dele apetitoso.
É um filme já de 2004, por isso não sei onde é que tinha a cabeça por não ouvido falar deste filme genial. Mas todos os filmes são eternos, podem ser recordados em qualquer momento…
325 minutos depois…
Depois do dia que hoje tive, acho que posso usar o título de cinéfilo. Se depois de ver 3 filmes não me chamam cinéfilo, não sei o que será preciso fazer para merecer tal nome. É que 3 filmes ainda ocupa uma parte grande do dia, e estes nem foram filmes gigantescos – os três totalizam 325 minutos – ainda é bastante porque se fizerem as contas vão verificar que corresponde a, aproximadamente, um quarto do dia.
Mas depois de me tornar um pseudo-cinéfilo, decidi perder a cabeça e para além de “O Vasquinho e Cª”, achei que o melhor a fazer seria ver um episódio das “Chiquititas”. Agora encontro-me aqui a pensar se vale a pena ter uma antena ligada à televisão, visto que apenas preciso dela para ver os filmes do DVD.
Claro que também me passou pela cabeça ir ali atirar-me da ponte, mas pensei melhor e vi que não grande ideia por três motivos:
The Simpsons Movie
Ontem foi definitivamente um grande dia, com acontecimentos muito marcantes. Acontecimentos que podiam ficar para a historia. E não, não estou a falar dos meus anos, já que isso não é muito importante.
É que os meus anos são, simplesmente, um acontecimento que acontece anualmente e onde se festeja/chora* o meu nascimento, é quase como no natal, mas quem recebe as prendas todas devia sou eu e não os meninos de todo o mundo.
O acontecimento de ontem foi, aquilo pelo qual eu esperava à 18 anos (apesar de só 16). Foi quase como que um eclipse, já que apenas acontece de muitos em muitos anos, a grande diferença é que se pode ver e rever vezes sem conta.
Depois de me ver várias vezes as muitas temporadas da tão divertida família amarela, tudo aquilo que se esperava estava lá. Nada faltou, nem mesmo a grandioso hino de Springfield.
Os Simpsons são para mim uma obra completa, cheia de sátiras e humor bem feito, aquilo a que se pode chamar de obra-prima, mas se quiserem também podem chamar aquilo que vos apetecer.
*riscar o que não interessa
Já não há respeito
Isto hoje em dia já ninguém tem respeito por ninguém. Já a minha avó dizia isso no seu entender e na sabedoria (ficam a saber que isto de se ser esperto, inteligente e sábio não é só a mim que me calhou, já é de família). É que isto mudou tanto que as pessoas não têm respeito umas com as outras, eu também não ajudo para as estatísticas, mas mesmo assim eu não sou dos piores (acreditem, por muito difícil que seja). Eu até sou uma pessoa bastante correcta no que toca a essas situações.
Fui ontem ao cinema, sabem como é, uma pessoa anda a poupar durante 4 meses, fica sem comer, mas lá consegue arranjar dinheiro para ir ao cinema.
A sala até estava bem composta, mas o que me indignou foi o facto de toda a gente se ir embora sem que o filme tivesse terminado. Eu compreendo que ao fim de 161 minutos de filme, ninguém queira ficar mais tempo dentro da sala, mas sair só porque está a dar o genérico, isso não justifica. É que quase não saibam, o genérico ainda faz parte do filme. Ele presta homenagem a todos aqueles que tornaram o filme possível.
Sei que 7 minutos de genérico pode ser muito, mas por vezes compensa como foi este o caso, em que os que ficaram tiveram direito a uma cena extra. É que isto de ter direito a cenas extras não é para qualquer um, mas apenas para aqueles que têm consideração por todos aqueles que fazem um filme.
Descobrir
Para a escola, a minha stora disse que tínhamos que fazer um trabalho, algo criativo, algo capaz de impressionar qualquer pessoa. Pensamos logo num filme, e foi logo aí que descobri que tenho uma grande carreira como actor pela minha frente. Não é para menosprezar o trabalho de grandes actores, mas eu posso dizer que sou e vou continuar a ser um grande actor. Esta será uma carreira que me trará alguns prémios e que ficará gravada na memória de tudo e todos (pela negativa, é claro). Eu acho que tenho uma voz magnifica, se for para filmes mudos ou em que tenho apenas de fazer de morto, e uma cara perfeitamente feita para o cinema, mas como narrador.
Investigação
Retomando este post vou continuar a falar daquilo que vejo acontecer nos filmes e me deixa constrangido. Eu sei que não sou um bom critico de cinema, mas também eu não disse que era. Já houve muita boa gente que me disse que eu era o maior entendedor de cinema, mas essas pessoas morreram, portanto, não podem confirmar isso. É pena
É o efeito que um clube nocturno tem numa investigação que não anda para a frente. Basta uma ida para um desses sítios para que o investigador consiga descobrir aquela peça que faltava no puzzle, uma vezes ajudado pelo proprietário ou até pelo barman, mas aquele sitio consegue por um gajo a pensar, até mesmo um burro consegue pensar num sitio daqueles, pois o ambiente vivido naquele espaça é muito agradável. Esses sítios também são muito úteis para quem tem problemas de concentração (pois concentra-se na actuação).
Avião
Existe uma coisa que me incomoda bastante nos filmes. Existem muitas mais, mas esta situação tira-me do sério, faz-me ficar sem cabelo (é isso e o meu barbeiro). É o chamado efeito Flight Simulator, em que uma pessoa pode ter apenas o 12º ano feito, e aquela ser a primeira vez que viaja de avião, mas se algo acontecer com os pilotos, qualquer passageiro consegue aterrar um avião. E nem precisa de ser numa pista, uma via rápida chega perfeitamente. Desde quando é que é preciso um curso para aterrar um avião? Apenas é preciso um curso para descolar um avião, agora para aterrar, desde quando é que se fazem cursos para aterrar aviões? É que quem decidi-se abrir uma empresa de cursos para aterrar aviões, ia à falência. Eu já tentei comandar um avião no computador e posso apenas dizer que aterrar um avião é fácil, mas aterrá-lo sem matar ninguém isso já é mais complicado.
Conselho

Ontem vi um filme do qual gostei muito. Um filme pelo qual acho que vale bem a pena ir cinema: Tenacious D – Rock do Inferno. As prestações do Jack Black e do Kyle Gass são brilhantes. A banda, considerada por muitos como a melhor banda do mundo (por eles os dois), ataca o cinema e nós estamos lá á espera.
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