The Good, the Bad and the Ugly
Depois de ver este filme, posso dizer que esta manhã visionei uma obra-prima. Daqueles clássicos que qualquer pessoa deveria ver e rever até se cansar (apesar de isso me parecer um bocado impossível). É sem dúvida uma obra-prima a todos os níveis, desde os actores ao argumento, sem nunca esquecer a forma como o realizador – Sergio Leone – conta a história, com o uso e abuso de planos próximos, de forma a tentar-mos perceber aquilo que cada personagem nos quer dizer.
E não nos podemos esquecer da banda sonora. Este é daqueles filmes que nos marca muito por culpa da sua banda sonora, onde ela é usada e interage com o filme dando-lhe outra cor, outra alma e em cenas como a do duelo final em que ela suaviza o clima. Ela torna as emoções mais fortes ficando assim o filme ainda melhor de assistir e mais marcante.
Não sabemos os nomes das personagens, mas também não é importante pois tudo aquilo que precisamos de saber é-nos, muitas vezes, transmitido por um simples olhar.
A sua premissa até pode não ser algo de inovador – três homens à procura de um tesouro durante a Guerra Civil – mas a forma como o argumento foi idealizado, torna a sua história interessante e prende o espectador até ao fim.
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