Arquivo de Julho, 2007|Página de arquivo mensal

The Simpsons Movie

Ontem foi definitivamente um grande dia, com acontecimentos muito marcantes. Acontecimentos que podiam ficar para a historia. E não, não estou a falar dos meus anos, já que isso não é muito importante.
É que os meus anos são, simplesmente, um acontecimento que acontece anualmente e onde se festeja/chora* o meu nascimento, é quase como no natal, mas quem recebe as prendas todas devia sou eu e não os meninos de todo o mundo.
O acontecimento de ontem foi, aquilo pelo qual eu esperava à 18 anos (apesar de só 16). Foi quase como que um eclipse, já que apenas acontece de muitos em muitos anos, a grande diferença é que se pode ver e rever vezes sem conta.
Depois de me ver várias vezes as muitas temporadas da tão divertida família amarela, tudo aquilo que se esperava estava lá. Nada faltou, nem mesmo a grandioso hino de Springfield.
Os Simpsons são para mim uma obra completa, cheia de sátiras e humor bem feito, aquilo a que se pode chamar de obra-prima, mas se quiserem também podem chamar aquilo que vos apetecer.

*riscar o que não interessa

Obrigado

Obrigado! É tudo o que tenho a dizer a este senhor por ter tentado ajudar-me. Tentado porque parece-me que não vai conseguir ajudar a aumentar o número de visitas do blog. Não é que ele não tenha feito um bom trabalho e até mesmo, dado óptimos conselhos, mas com um blog escrito por mim, não se espera que venha a sentir grandes resultados.
Sei que parece dificil de acreditar, mas tenho tido poucas visitas, ainda para mais, depois de ter sido premiado.
Apenas posso dizer que se esse senhor conseguir que eu tenha bastantes visitas, para já tenho as expectativas baixas e considero bom se receber 2 visitas por dia, já contando com a minha. Se ele for capaz de tal proeza acho que merece ser recompensado. E a melhor maneira de recompensar um blogger é fazer um link para ele. Ainda melhor se for de um blog muito pouco conhecido.

Parece que faz bem

Hoje tive a oportunidade de comprovar o grande mito que se vive neste século, aquele que diz que o exercício físico faz bem à saúde. Um grande número de cientista já tem tentado provar essa teoria, mas sem grandes resultados. E como eu queria provar a minha genialidade decide tentar escrever o meu nome nos astros da ciência (parece que fica mais poética a frase colocada dessa maneira, por isso decidi experimentar).
Para contrariar a tendência que se tem vinda a verificar nos últimos anos, para quem teve ausente do planeta nestes últimos anos ou simplesmente teve a vontade de dormir durante esse tempo todo, parece que as pessoas estão a ficar cada vez mais preguiçosa e gordas (esse estudo não fui eu que o fiz, mas também uma pessoa não pode fazer tudo).
Como eu sou uma pessoa do contra achei por bem ir contra todas as estatísticas e fazer exercício físico. Para provar que fazer exercício físico faz bem, hoje joguei cerca de 105 minutos de futebol, dentro de um pavilhão fechado a uma temperatura de mais ou menos 32 graus, mas como achei que isso seria pouco, achei por bem ir logo de seguida para a piscina e fazer cerca de1.5 km em 45 minutos. Depois de esse exercício posso afirmar que é capaz de fazer bem à saúde, mas cansa um bocado e eu não gosto disso.
Li também aqui que causa boa-disposição, mas não se verificou no meu caso, porque eu fico com dores devido a cansaço não fico lá muito contente.

Já não há respeito

Isto hoje em dia já ninguém tem respeito por ninguém. Já a minha avó dizia isso no seu entender e na sabedoria (ficam a saber que isto de se ser esperto, inteligente e sábio não é só a mim que me calhou, já é de família). É que isto mudou tanto que as pessoas não têm respeito umas com as outras, eu também não ajudo para as estatísticas, mas mesmo assim eu não sou dos piores (acreditem, por muito difícil que seja). Eu até sou uma pessoa bastante correcta no que toca a essas situações.
Fui ontem ao cinema, sabem como é, uma pessoa anda a poupar durante 4 meses, fica sem comer, mas lá consegue arranjar dinheiro para ir ao cinema.
A sala até estava bem composta, mas o que me indignou foi o facto de toda a gente se ir embora sem que o filme tivesse terminado. Eu compreendo que ao fim de 161 minutos de filme, ninguém queira ficar mais tempo dentro da sala, mas sair só porque está a dar o genérico, isso não justifica. É que quase não saibam, o genérico ainda faz parte do filme. Ele presta homenagem a todos aqueles que tornaram o filme possível.
Sei que 7 minutos de genérico pode ser muito, mas por vezes compensa como foi este o caso, em que os que ficaram tiveram direito a uma cena extra. É que isto de ter direito a cenas extras não é para qualquer um, mas apenas para aqueles que têm consideração por todos aqueles que fazem um filme.

Génio? Só às vezes

Isto de uma pessoa estar de férias tem muito que se lhe diga, pois a ideia principal das férias é, basicamente, descansar não fazendo nada (se quiserem eu empresto o meu dicionário e vocês vêem que é isso que está lá escrito). E como eu sou uma pessoa bastante respeitadora e cumpridora de todas as regras achei que o melhor a fazer nas férias seria tentar fazer o mínimo possível, ou até mesmo nada.
Até agora tenho conseguido realizar isso sem nenhuma dificuldade, aliás nem é muito difícil, mas supostamente eu não deveria ficar mais cansado do que quando estudava (que por sinal era muito) e quando realizava um quantidade considerável de exercício físico. É que parece que não, mas não fazer nada cansa mais que outra coisa qualquer.
Sei que essa ideia parece bastante estúpida, principalmente se tivermos em conta que é minha, mas se pensarmos que a maior parte dos grandes génios foram considerados para a sua época como malucos e alguns anos depois aplaudidos, acho que posso afirmar que tenho toda a razão.

Amigos!!! Eu?!

Ai, amigos! Essas pessoas tão nobres capazes de nos ajudar em qualquer altura e situação, muitas das vezes sem que se peça algo.
Essas palavras aí em cima podem ser a definição dos amigos dos outros, mas não dos meus. Então não é que eu faço um esforço tremendo para pedir desculpas a toda a gente (coisa que não acontece muitas vezes), a parte da arma apontada à cabeça isso já nem é novidade, é já uma coisa que eu lido muito bem, já quase que faz parte da minha rotina: acordar, lavar a cara, tomar pequeno-almoço e logo de seguida aparecer alguém e apontar a dita da arma, sendo algumas dessas pessoas mais simpáticas para mim do que os meus próprios amigos.
Mas não é a minha longa experiência com armas que está em causa, mas o acto de eu tentar redimir-me, pedindo desculpas. Então eu que faço aquilo que me pedem, mas mesmo assim continuo a ser vaiado e ainda me tratam pior do que quando eu não pedia desculpas a ninguém. Aí uma pessoa fica a pensar se vale a pena tratar bem as pessoas ou se é melhor trata-las abaixo de cão.