Arquivo de Junho, 2007|Página de arquivo mensal

Evidente

Como é evidente aquele último post, só foi escrito porque tinha uma pessoa com uma arma encostada à cabeça a dizer-me para o fazer e como eu temi que ia deixar muita gente triste com a minha perda, eu atendi ao pedido.

Desculpem

Pelo título disto já devem ter uma breve ideia do que eu vou dizer aqui, a não ser que não saibam o que significa a palavra desculpem e aí vamos ter problemas sérios. Mas para aqueles que não saibam eu aconselho-vos a ler, para tentarem entender o significado da palavra.
É que isto de ter um blog é cansativo porque se o queremos manter no topo, somos levados a fazer coisas um bocado estúpidas, como por exemplo, por de lado a nossa humildade que tanto nos caracteriza. Se tivermos em conta as vezes que eu disse que era melhor que todos não chegam os dedos todos das mãos e dos pés para contar (a não ser que por algum motivo, que não vou questionar, tenham 27 dedos, não se preocupem eu não quero julgar ninguém).
De uma maneira simples e sucinta, eu queria pedir desculpa por ter achado que era, sou e serei melhor que toda a gente junta. Pode não parecer mas eu sou uma pessoa humilde, igual a tantos outros. Uma pessoa que na sua modéstia decide que o melhor a fazer é ir tirar as batatas do quintal, em vez de ir para a praia bronzear.
Peço que aceitem as minhas sinceras desculpas.

É só emulação…

Ando um pouco cansado ultimamente, porque isto de ser um gajo importante tem muito que se lhe diga, é sempre a trabalhar, uma pessoa não consegue ter um minuto para comer em paz (não consigo comer em paz porque como é evidente não tenho dinheiro para comprar comida, que me leva muitas vezes a ter que vender os meus prémios).

Depois de descobrir esta minha veia para a escrita, esta minha vocação, tenho estado a trabalhar bastante nela. Neste momento tenho escritos 3 livros (dois romances e um de acção) e estou quase a terminar um quarto livro, este último uma autobiografia.
Os livros não sei quando é que se irão encontrar disponíveis nas lojas, mas neste momento encontro-me a estudar várias propostas para atingir esse objectivo (são bastantes as propostas e eu sou bom a escrever, não a ler, por isso ainda é capaz de demorar algum tempo).
Toda a gente que os leu gostou muito deles e não se conseguem decidir qual deles é que merece o prémio Nobel, por isso eu estou a pensar lançar um cada ano, para assim conseguir ganhar três, tornando-me assim no único gajo a conseguir ganhar 3 prémios Nobel e ainda por cima consecutivos.

Tirando o facto de estar muito cansado, mas mesmo assim estar aqui no computador a estragar os meus olhos, porque isto quem está parado por gosto não cansa, estou bastante satisfeito.

Sempre a crescer

Isto hoje tem sido um grande dia, aquilo a que se pode chamar um dia em cheio. É que hoje fui considerado pela WordPress como um dos blogs com maior crescimento, o .
Estou bastante contente mas penso que isso não é novidade para ninguém pois é fácil de entender que sempre que eu escrevo mais qualquer coisa, o número de posts vai aumentando, levando a um aumento do blog.
Outro dos motivos deve-se: “ao seu brilhantismo e à maneira magnifica com que escreve”, isso foi dito por José Saramago, o nobel da literatura o que me deixou satisfeito pois ele acha que estou ao mesmo nível, se não mesmo a um nível superior dele (essa citação encontrei-a algures e presumi que fosse para mim).
Mas isto de ficar em 3º lugar deveria dar direito a algum prémio ou até mesmo medalha, neste caso de bronze, mas até agora ninguém me veio entregar nada. Eu até compreendo porque eles certamente devem estar a conferir, para ver se eu estou mesmo em 3º ou se enganaram e eu estou em 2º, por isso eu vou desculpa-los.
Desde já queria agradecer a todos os que tornaram isto possível: eu, por ter tido a brilhante ideia de criar este blog e ainda a mim, por ter escrito todos estes magníficos textos.

UPDATE: Neste momento são 20h21, após uma revisão eles corrigiram o erro e encontro-me agora em em Portugal e em 60º a nível mundial.

Eu sei mais que….

Pelo título disto já devem estar a pensar que venho para aqui dizer que sou o maior e que sou melhor que vocês todos, mas não. Por incrível que pareça isso não vai acontecer HOJE, pois mas cheguei à conclusão que não é preciso andar aí a dizer aos sete ventos que sou o maior porque toda a gente já sabe disso e não é necessário maça-los, é que ao fim de algum tempo de uma pessoa a ouvir o que digo tende a ficar com algumas tendências suicidas (isso é se já não as tivesses porque eu também não tenho culpa de tudo).
Apesar de muita gente dizer que eu não sou bom a medicina eu descobri que até sou melhor que alguns médicos, senão vejam: o médico disse que a minha lesão iria impedir-me de andar pelo menos durante uma semana e passaram apenas 4 dias e eu já estou “rijo como um pêro” (sempre imaginei que ao dizer esta expressão fosse entrar o pequeno Saul com um acordeão mas isso não se veio a verificar).

Levei um amarelo

Pois é, depois de ter sido ridicularizado e chamado de fraquinho (coisa que nunca vou perdoar, já que eu sou uma pessoa muito sensível que se sentiu muito ofendida e humilhada pois tenho uma imagem a manter).
Parece-me que aquela dor não tinha nada a ver com os meus poderes, pelo menos foi o que o médico disse, porque eu fui ao médico (e para responder a muitas das vossas perguntas: não, não fui ao psiquiátrica), segundo ele tenho uma ligeira contusão que me deixa incapacitado de executar qualquer actividade física, ou seja, não vou poder levantar-me ás 6h30 para ir tratar das minhas batatas.
Mas isso de passar uma manhã no hospital é algo bastante produtivo, pois tive a oportunidade de ver um documentário sobre as gaivotas, ficando a saber que elas são são aves marinhas da família Laridae e sub-ordem Lari, levando-me a crer que foi um dia bastante mais educativo de que ir à escola, principalmente se pensar que na escola aprendo mas também me causa contusões.

Acabou

Hoje venho aqui demonstrar os meus mais sinceros sentimentos a todos aqueles seres que ainda têm aquilo a que se chama de AULAS. Os meus pêsames porquê perguntam vocês (vou dar-vos um tempo para decidirem se fazem a pergunta ou se simplesmente me mandam à m****), pêsames porque para mim já não à mais aulas, a não ser as de natação. Eu sei que os poucos que se encontram a ler isto já devem estar a dar cabeçadas em tudo o que é sitio a pensar na sorte que este gajo tem. Mas não têm que sentir injustiçados só porque eu tenho mais sorte, pensem apenas no quanto mal devo estar após ter perdido os meus poderes e terem voltado hoje as dores, mas desta vez dói-me o tornozelo.

P.S. Não sei se as dores estão de alguma maneira relacionadas com isto mas eu apoiei mal o pé.

Ai que dor

Hoje vim aqui e reparei que eu já não escrevia à já uma semana e pus-me a fazer as contas e reparei que eram 8 dias sem escrever nada. Tendo isso em conta, reparei que fui capaz de fazer uma coisa que nunca achei possível: contar para trás, o que me deixou bastante feliz (é para verem que eu fico contente com coisa estúpidas). É que eu achava que isso era uma coisa que só acontecia nos filmes e nos contos de fadas, mas pelos vistos consegui surpreender-me a mim mesmo.
Mas como todas as coisas boas, esta trouxe-me um problema, dói-me bastante as pernas, e não é só uma, são logo as duas (para quem não sabia, passou a saber que tenho duas pernas).
Em suma, só sou capaz de contar para trás se me doerem bastante as duas pernas e como eu sou uma pessoa que não gosta de dor e contar para trás não me serve de nada, acho que vou abdicar desse poder.

P.S. Raquel: As nuvens são azuis e não tem muitas cores ao mesmo tempo, isso é estúpido.

Deixem-me ser criança

Então não é que eu esperava que hoje (dia muito importante para mim), esperava receber umas quantas de prendas e presentes por parte dos meus amigos, porque hoje é um dia tão especial, quando começo a reparar que ninguém se lembrou. Eu que na minha inocência, pensava que ia ter pelo menos uma prenda para cada dedo (para quem não sabe eu tenho 20 dedos, nem mais, nem menos), até agora ainda não recebi nenhuma.
Tudo isso leva-me a pôr em causa a minha pessoa como indivíduo que se relaciona com outras pessoas e que tem “amigos”. “Amigos” pensava eu que os tinha (eu sou tão inocente), mas eles ignoraram as minhas necessidades, deixaram nesta lástima em que me encontro agora.
Se bem que eu talvez suspeite do motivo de não receber prendas, mas lá por ser grande não quer dizer que também não mereça.