E já passou

Parece que consegui ser um dos poucos resistentes desta época. Eu, fui capaz de passar a época de Natal sem referir, nem falar nenhuma vez dele. Para muitos isto até pode parecer fácil, e essas pessoas têm toda a razão, já que não implica muito trabalho físico nem trabalho mental (factor determinante em muitos dos casos).
Tem apenas um senão, traz algumas dores de cabeça, devido ao facto das pessoas estarem sempre a perguntar aonde está o meu espírito natalício, a minha alegria nesta época, os enfeites de natal na casa, o pai natal na varanda a tentar subir/descer. Aí está uma figura interessante, é que eu no outro dia vi um que se mexia, tinha cerca de 1,78m e trazia ouro no saco em vez dos habituais carros telecomandados e as bonecas. Reparei também que ele trouxe uma escada grande e em vez de entrar pela chaminé, decidiu forcar a porta com o pé de cabra e depois de sair da casa vinha mais carregado do que quando entrou. Depois de discutir essa cena com os transeuntes, concluímos que ele deveria trazer os plásticos e aquela esferovite toda que ocupa muito mais espaço depois de desmontada, ou seja, era um pai natal que até limpava a casa.

Filmes e mais filmes

Quando se está de férias dá tempo para ver muitos filmes como:

Planet Terror (2007)
Esta é a segunda parte do projecto Grindhouse, mas acho que é melhor não colocar o Death Proof em comparação com este, porque este sai a perder. Em termos de argumento, acho que podemos afirmar que ele quase não existe, ele é apenas uma desculpa para um sem fim de efeitos especiais, em nada comparável com os diálogos de Quentin Tarantino. Mas esse era o objectivo do filme, fazer algo de divertido e para passar um bom bocado, onde, apesar de ser um filme de terror, conseguimos largar umas boas gargalhadas.

Plan 9 from Outer Space (1959)
Depois de ver este filme percebi que o seu realizador – Ed Wood Jr. – não foi votado como o pior realizador da história do cinema sem bons motivos. E basta vermos o filme para confirmar isso (é a noite a virar dia e o dia a virar noite tudo na mesma cena). Mas somos capazes de perdoar tudo isto quando sabemos que ele apenas fez aquilo que lhe parecia bem, aquilo era a sua visão das coisas. Apenas uma visão não tão geral. Não interessa se fica bem feito, desde que faça sentido para o autor. E para ele não é importante os pormenores mas a visão geral.

Ed Wood (1994)
Um filme do grande Tim Burton que nos conta a vida de Ed Wood Jr. Depois de o visionar-mos conseguimos compreender melhor quem foi Ed Wood, a vontade que tinha de fazer cinema e tudo aquilo que ele passou para o fazer. E isto visto pelos olhos de Tim Burton só poderia ficar genial, visto serem os dois bons apreciadores de cinema e gostam do que fazem.

The Good, the Bad and the Ugly

Depois de ver este filme, posso dizer que esta manhã visionei uma obra-prima. Daqueles clássicos que qualquer pessoa deveria ver e rever até se cansar (apesar de isso me parecer um bocado impossível). É sem dúvida uma obra-prima a todos os níveis, desde os actores ao argumento, sem nunca esquecer a forma como o realizador – Sergio Leone – conta a história, com o uso e abuso de planos próximos, de forma a tentar-mos perceber aquilo que cada personagem nos quer dizer.
E não nos podemos esquecer da banda sonora. Este é daqueles filmes que nos marca muito por culpa da sua banda sonora, onde ela é usada e interage com o filme dando-lhe outra cor, outra alma e em cenas como a do duelo final em que ela suaviza o clima. Ela torna as emoções mais fortes ficando assim o filme ainda melhor de assistir e mais marcante.
Não sabemos os nomes das personagens, mas também não é importante pois tudo aquilo que precisamos de saber é-nos, muitas vezes, transmitido por um simples olhar.
A sua premissa até pode não ser algo de inovador – três homens à procura de um tesouro durante a Guerra Civil – mas a forma como o argumento foi idealizado, torna a sua história interessante e prende o espectador até ao fim.

Era cada coelho

Realmente não existe fim-de-semana mais bem passado do que um em que quase não conseguimos falar. Não significa que eu tivesse grande coisa para dizer, mas sempre sou bom a reclamar e dizer mal das pessoas. Ora, se não consigo falar porque tenho a garganta toda arranhada, as pessoas já não têm o prazer de receber um insulto meu e, logo de seguida, veremos a taxa de suicídio a aumentar, porque é certo e sabido que as minhas palavras são capazes de desencorajar a maioria dos suicidas. A maioria porque existe uma pequena parcela de pessoas com tendências suicidas que são surdas e como tal, eu posso falar à vontade que não iria dar em nada.
Eu até já pensei em aprender linguagem gestual para conseguir falar com os surdos, mas segundo dizem, aquilo parece que dá algum trabalho. Ou seja, quando me pedem para escolher entre ter o trabalho de aprender linguagem gestual para prevenir que os suicidas surdos não se matem, ou não ter trabalho nenhum e deixar os surdos morrer, eu escolho logo a segunda sem pensar nenhuma vez.
Eu sei que fazer isso pode parecer maldoso e que os surdos todos devem estar nestes momento a insultar-me, mas como eu não percebo linguagem gestual não me afecta nada, por isso, podem continuar à vontade enquanto eu vou ver se mato um coelho à pedrada (É com frases bonitas como estas que eu conquisto os meus amigos, as amigas preferem quando eu digo frases mais simpáticas do estilo: espera um bocado que eu vou ali ver se afogo um gatinho).

Balla e Bullet

Afinal isto do estudo até pode ser bastante lucrativo e informativo. Partindo do pressuposto de que todas as pessoas estudam com música, então ainda mais lucrativo o é. É que para além de uma pessoa aprender aquilo que está a estudar também faz novas descobertas a nível musical.
A minha última descoberta foi os Balla e o seu novo album “A nova mentira”. A banda de Armando Teixeira demonstra aquilo que melhor se faz em Portugal em termo de pop e electrónica. Ele volta aqui a provar a sua genialidade, compondo ele próprio responsável pela composição, gravação e produção de todo o disco.
Outra das descobertas foi os Bullet, também de Armando Teixeira (isto é que deve ter sido uma trabalheira a pensar nos nomes para as bandas), desta vez numa vertente mais hip-hop, com alguns toques de jazz, soul e funk. Desta vez um projecto mais para o instrumental mas com a presença de bastantes convidados a nível vocal.
Sem duvida alguma, duas bandas a ter em conta no panorama musical português

Diabo = Meu Amigo

Neste momento acho que posso afirmar sem dúvida alguma que me sinto preocupado. Já o estou acerca de 6 minutos, que foi a altura em que reparei numa coisa gravíssima! E não pensem que estou assim por ter descoberto agora que vou ter quatro testes esta semana, apesar de isso ser motivo mais que suficiente para me preocupar e levar-me quase à loucura, loucura essa que se encontra presente todos os dias, mas sempre de uma forma saudável (se é que isso existe).
Começo o dia normalmente, faço tudo que costumo fazer nos outros dias, até que, reparo que ninguém me veio perguntar como é que sei que se um assalto for simples, ele perde a piada toda. Já passou uma semana desde que escrevi tal coisa e ainda ninguém se deu ao trabalho de me perguntar como é que eu sei isso tudo.
Agora questiono-me o porquê de a tal pergunta ainda não ter sido feita. E a resposta mais evidente que me vem logo à cabeça: já toda a gente sabe que os assaltos precisam de ter piada por experiência própria. É tão simples quanto isso. Não precisei cá de meditar muito nem nada. Foi mesmo enquanto o diabo (meu grande amigo, conhecemos-nos desde o tempo do jardim de infância) esfregava um olho.
Mas não pensem que eu fiquei preocupado com tal resposta, apenas fiquei preocupado por não me terem feito a pergunta. Que isso da criminalidade não me afecta muito – já que as vezes que sou assaltado são tão poucas que nem me lembro quando foi a última vez. O que me deixa preocupado é não me fazerem a pergunta porque, muito provavelmente, pensam que eu não vou dar respostas credíveis – que apesar de acontecer na maior parte dos casos, ainda existe algumas vezes em que não se verifica.

O raio da chuva!

Sim, tudo bem que uma chuva já fazia falta para este país. Mas daí a ter que chover quando eu ando na rua não faz grande sentido. Eu sei que é importante regar os campos, porque as culturas precisam de crescer e tudo mais, mas ter que chegar ao ponto de eu me molhar para que isso aconteça não está bem.
Em vez de chover de dia, podia muito bem chover à noite, já que assim não incomodava muito gente. Era capaz de dificultar a vida aos ladrões porque assim as janelas estavam mais escorregadias para se apoiarem, mas também se fosse muito simples fazer um assalto perdia a piada toda. Isso levaria a uma diminuição dos assaltos – que seria algo catastrófico, seria quase como um Apocalipse dos nossos tempos.
Não pensem que eu não gosto da chuva, porque eu até gosto muito (dá para ver um bom filme, ouvir um bom álbum e ver a chuva a cair). Gosto muito, desde que não esteja a levar com ela na cara ou em qualquer outra parte do corpo.
Mas isso tudo depende do ponto de vista, porque é preferível apanhar com chuva quando se anda na rua, do que apanhar com ela quando se está em casa.

Eram 4 ou 5 por dia

Bem, hoje já me posso dar por satisfeito, já realizei a minha boa acção do mês – é costume realizar-se uma boa acção por dia mas eu faço uma por mês porque um amigo meu chega a realizar 4 ou 5 por dia, por isso acaba por compensar aquelas que não faço. Mas mesmo assim não deixo de fazer a minha boa acção mensal.
E ela acabou por ser hoje. Andava eu pela rua, quando me vieram pedir ajuda. Sendo eu uma pessoa muito prestável decidi atender ao pedido (porque até era uma coisa relativamente fácil). Pretendiam saber a localização de um certo sítio e eu indiquei-lhes sem problemas nenhuns, tendo mesmo recebido um obrigado por tal informação.
Nisto de pedir indicações, uma coisa que me mete alguma impressão é quando vamos pedi-las e começam logo com: “Amigo, não há nada que enganar!”, quando isso acontece já sabemos que nos vai mandar por uma rua qualquer (muitas vezes em terra batida, mais conhecida por atalho), que só essa pessoa conhece.
Outra das indicações bastante gira de se dar é dizer que não é daquela zona – isto resulta em todas as situações, mesmo quando se está a sair de casa e vêm logo perguntar-nos. Basta dizer que não somos da zona que não somos mais incomodados.

É bem bom!

Agora sim, parece mesmo que vale a pena dizer mal dos professores. Por momentos pensei que dizer mal de uma pessoa e apontar defeitos só tinha pontos negativos, mas parece que não é bem assim. É que para além de uma pessoa ficar mais leve do espírito e da mente (pode parecer que não, mas deixar aquilo tudo acumulado deixa-nos mais fisicamente, daí eu ser bastante magro, digo tudo o que tenho a dizer e depois fico sem nada para mim) também torna a vida mais fácil.
Mas o factor emagrecimento nem é o mais importante, o mais importante é depois de deitar-mos tudo cá para fora, e de quase envergonhar-mos o stor de tanto dizer mal dele, ele ainda tem a amabilidade de nos fazer testes de uma facilidade indescritível. Quer dizer, eu podia descrevê-los, mas era capaz de demorar um certo tempo e isso é coisa que não tenho muito.
Até estou a pensar em fazer isso em todas as disciplinas (até nem era má ideia), só espero é que reajam todos da mesma maneira. É que eu era capaz de ficar um pouco para o aborrecido se em vez de fazerem testes mais fáceis, fizessem ainda mais difíceis. Isso é que não, senão temos revolução.

O dia depois do Halloween

Finalmente descobri porque motivo o dia de Halloween apenas se realiza uma vez por ano e não uma vez por mês, como alguém me disse que devia de ser.
Até que nem era mau ir uma vez por mês pedir doces casa a casa – os dentista até eram bem capazes de agradecer e apoiar esse movimento, a não ser que fossem dentista que não quisessem ter muito trabalho, aí eram capaz de protestar. Outra das empresas que iria gostar muito era a produtora de ovos, pois a maior parte das pessoas não dá doces por isso levam com ovos.
Mas o grande motivo pelo qual não se realiza uma vez por mês é o seguinte: uma pessoa tem de andar de uma casa para outra a pedir doces e chega ao fim e é capaz de ficar ligeiramente cansada. Enquanto que se realmente fosse um fantasma ou um zombie, não ficaria cansada, já que não se encontra vivo, ou no caso dos fantasmas podia voar.

Economia

Uma pessoa sabe que as suas aulas estão a ser bastante produtivas, ou pelo menos aparentam ser produtivas, quando chega ao fim de 90 minutos de economia e obtém uma obra deste gabarito no final.
Não sei se foi da matéria que estivemos a dar, se bem que é um bocado difícil que seja por causa da matéria, já que tivemos a aula toda a falar dos motivos que nos levam a não gostarmos do professor. Além disso, os motivos agora nem são o mais importante, o mais importante é que percebam que eu posso ser um outro Picasso.
Cavalo de Eco

Uma boa sanduíche…

Finalmente consegui descobrir uma utilidade para se comer, para a comida (alimentos na generalidade) já eu tinha descoberto enumeras coisas que se podiam fazer com ela, mas comer sempre foi algo que nunca me provocou grande interesse, porque nunca vi qual era o seu grande objectivo, o propósito para o qual tinha sido criado esse hábito.
Estava eu muito bem da minha vida, a trabalhar bastante – pode não ser verdade mas vamos prosseguir e assim em vez de ser uma história verdadeira passa a ser uma fictícia – continuando, estava eu a suar de tanto trabalhar mas não estava a ser capaz de realizar uma tarefa. Não sendo capaz resolvi que o melhor era experimentar e ir preparar uma sandes para matar a fome devido ao meu tremendo esforço. Mas, qual não é o meu espanto, quando ao preparar a dita sandes consegui visualizar a resposta para o problema de tal forma, que aquilo foi como se de repente passasse uma folha a andar com as respostas (nesse dia não tinha consumido qualquer tipo de estupefacientes que me levassem a ver as folhas a andar, apesar de parecer o contrário).
Apesar de ter preparado a sandes, não foi o acto de a comer que serviu para algo, mas sim o acto de a preparar, ou seja, ainda não foi desta que descobri para que serve, mas tive tão perto de o descobrir. Quase que conseguia sentir as utilidades a chamarem por mim, sim, eu imagino que as utilidades da comida são capazes de produzir sons parecidos com o falar, no entanto não sendo capazes de produzir frases com lógica).

Fui roubado!

Neste momento encontro-me ligeiramente para o decepcionado, cansado também mas não existe qualquer relação entre os dois, a menos que consideremos que os dois são palavras, aí já existe uma certa relação de parentesco.
Encontro decepcionado porque descobri que ainda não foi este ano, que tive o privilégio de receber o Nobel da Paz. Já o espero à 16 anos e até hoje, por incrível que pareça, ainda não recebi nenhum (o Nobel da Literatura, esse já o recebi por duas ou três ocasiões e não é por isso que me encontro mais feliz).
É que eu não compreendo o motivo de ter eu ter ficado para trás em relação ao Sr. Al Gore. Se formos a ver bem, ele apenas nos disse que as alterações climáticas nos vão matar a todos e depois até fez um filme todo engraçado. Não me disse nada que eu não soubesse e acho que isso não contribuiu para a paz, pelo contrário, até fez com que eu começasse a bater nas pessoas por estarem a poluir o ambiente.
Agora se formos analisar o meu caso, eu não fiz nada que incentivasse a guerra (a não ser bater nalgumas pessoas mas isso foi tudo culpa do Sr. Al Gore), também não fiz nada para acabar com ela, isso é verdade, mas também uma pessoa não pode fazer tudo logo de uma só vez caso contrário é capaz de ficar um bocado para o cansadito.

5 de Outubro

Neste momento encontro-me a gozar os últimos minutos deste feriado e ao mesmo tempo a fazer a contagem decrescente para o fim-de-semana – não sei se deva fazer a contagem e logo de seguida comer umas passas, porque além de não ter passas em casa não sei qual o número que se come quando se vai entrar para fim-de-semana.
E como todos os feriados este também se festeja algo de especial, neste caso é a implantação da República Portuguesa em 1910.
Por breves instantes ainda pensei em contar a história deste dia, mas depois deduzi que toda a gente saiba o que se passou neste dia. A única coisa que podia acontecer era não saberem o significado da palavra “da”, já que todas as outras são extremamente fáceis.
Outros dos motivos para não contar a história, deveu-se ao facto dela ser bastante comprida (visto que tinha que contar mais de 700 anos de história até chegar aos nosso dias e pode parecer que não, mas era capaz de cansar um bocado escrever sobre tanto coisa e ao mesmo tempo, isto poderia tornar-se um bocado maçador, se é que ainda não se tornou).
Ficamos apenas na mente que hoje é mais um feriado e que, como tal, não devemos trabalhar muito. Para quem já não faz nada, é apenas mais um dia em que se quisermos podemos ligar a televisão e ver um bonito discurso por parte do nosso Presidente.

Convite

Finalmente, agora posso dizer que sou um ser importante. Não é que antes também não o fosse, mas agora posso dizer isso bem alto a toda a gente sem correr o risco de ser chamado nem de convencido ou maluco. Se bem que às vezes não vejo nenhum inconveniente em ser tratado como maluco, pois somos tratados com bastante simpatia e isso não acontece quando somos tratados como convencidos.
Eu penso que me posso achar importante, quando chego ao ponto de receber convites para ir ver um Porto X Boavista. Isso mesmo, não é para todos, isto de receber convites para ver jogos assim. Assim uma pessoa nem tem que se preocupar em ir para a fila e ficar à espera de poder comprar o bilhete. Só precisei de gastar o dinheiro na gasolina, mas um gajo desculpa o facto de não me terem vindo buscar a casa, mas não o facto de ter apanhado chuva.
Agora acho que é irrelevante vir para aqui contar como é que recebi os convites, não interessa saber se tive que pedir muito ao ponto de ter que me meter de joelhos e ter rasgado umas calças (que por sinal até eram bem giras), até porque ninguém se interessa por coisa dessas.

Pulseira nova!

Existem espectáculos que nos marcam de tal forma que a gente não consegue esquecer, mas também existem outros que só queremos esquecer. Ainda existe um outro grupo, o grupo daqueles que nós não queremos esquecer, mas esquecemos porque andamos a dar cabeçadas às paredes – coisa bastante interessante de se fazer, desde que seja uma boa parede.
Como não podia deixar de ser, este a que fui no sábado deixou marcas. Mas deixou marcas no sentido que fiquei com a garganta toda arranhada, de tal forma que até me custava a falar no dia seguinte.
O espectáculo até foi interessante (parece que era de dança ou qualquer coisa assim parecida), mas teve uma coisa de mau: eles (as) dançam bem, ou seja, se eles (as) dançam bem, eu passo a sentir mal ao ver que não danço nada. Não é que eu ainda não soubesse desse facto, apenas não é necessário andar para aí a dizer tal coisa a toda a gente.

Smile

Supostamente ontem eu era para vir aqui dar os meus parabéns a uma certa personalidade, mas como isso não se verificou, venho cá hoje e ainda venho a tempo. Já dizia alguém muito sábio que mais vale tarde do que nunca, ou seja, se não desse este ano dava para o próximo e em vez de dar parabéns pelos 25 anos dava pelos 26.
Para aqueles que não se recordam, ou simplesmente ainda não eram nascidos, ontem era o aniversário do smile.
Eu até era para vir para aqui contar a sua história, de como apareceu mas depois ao navegar por aí descobri que ontem também era o dia de falar à pirata. Até era engraçado mas como eu não sabia se também se tinha que escrever à pirata (coisa que devia constar no programa da escola), decidi que era melhor não contar história nenhuma.
Outros dos motivos foi as aulas já terem começado, o que quer dizer que não existem lá muitos motivos para andar por aí a falar de sorrisos – se bem que podia sempre falar à pirata já que a escola não interfere com isso.

O Despertar da Mente

Depois do filme que vi estes dias acho que finalmente posso dizer que sei o que é um óptimo filme. É que estas férias fartei-me de ver filmes, fartei-me no sentido que vi uma grande quantidade de filmes, sendo que alguns deles me marcaram bastante (e não estou a falar da marca que fiquei quando levei com a caixa do filme na cabeça).
Uma coisa que acontece com grande frequência quando se vê bastantes filmes, é apanhar com alguns que simplesmente dava vontade de pagar só para não ter que o ver outra vez (esses normalmente costumam ser os filmes que nos são emprestados para passar tempo).
Claro que como não podia deixar de acontecer, também vemos filmes realmente bons; filmes que chegamos ao fim e que vemos que nenhum dos segundos foi em vão. Um desses casos foi O Despertar Da Mente (no original Eternal Sunshine of the Spotless Mind). Esse sim foi um filme realmente bom, em que conseguimos perceber o óptimo actor que o Jim Carrey é; quase não se o reconhece, já que não o vemos numa actuação totalmente diferente ao habitual. O guião é do melhor, mas os actores escolhidos e as suas interpretações fazem dele apetitoso.
É um filme já de 2004, por isso não sei onde é que tinha a cabeça por não ouvido falar deste filme genial. Mas todos os filmes são eternos, podem ser recordados em qualquer momento…

325 minutos depois…

Depois do dia que hoje tive, acho que posso usar o título de cinéfilo. Se depois de ver 3 filmes não me chamam cinéfilo, não sei o que será preciso fazer para merecer tal nome. É que 3 filmes ainda ocupa uma parte grande do dia, e estes nem foram filmes gigantescos – os três totalizam 325 minutos – ainda é bastante porque se fizerem as contas vão verificar que corresponde a, aproximadamente, um quarto do dia.
Mas depois de me tornar um pseudo-cinéfilo, decidi perder a cabeça e para além de “O Vasquinho e Cª”, achei que o melhor a fazer seria ver um episódio das “Chiquititas”. Agora encontro-me aqui a pensar se vale a pena ter uma antena ligada à televisão, visto que apenas preciso dela para ver os filmes do DVD.
Claro que também me passou pela cabeça ir ali atirar-me da ponte, mas pensei melhor e vi que não grande ideia por três motivos:

  • A ponte mais próxima tem apenas metro e meio de altura e se me atira-se apenas rachava a cabeça.

  • Ainda tenho aqui em casa uns filmes que quero ver antes de pensar nisso.
  • Como é de noite podia cair pelo caminho e aleijar-me.
  • Ovos do Porto

    Depois de um fim-de-semana como este tem sido, eu dou por mim a pensar se saltei no tempo e encontro-me agora no Inverno, porque se não me falta a memória, isto é suposto ser Verão.
    Se bem me lembro, das aulas de Ciências; agora vamos ver se estive atento às aulas, por estas alturas não era suposto chover, trovejar, ou até mesmo caírem bolas de “granizo do tamanho de ovos”. Se ainda fossem ovos ainda se compreendia, pois isso acontece com bastante frequência no Verão. E não me venham dizer que eu estou agora a inventar coisas, porque isso foi provado por cientistas (apesar de não serem cientistas de muita confiança, já que um deles foi alcoólico).
    Outra coisa que aprendi nas aulas de Ciências é que os seres humanos produzem uma substancia que consiste em de cloreto de sódio e ureia em solução, para os leigos, é também conhecido como suor; e eu reparei que estava todo a transpirar, que fiquei com a camisola toda encharcada ao fazer desporto (o suor pode ter sido do desporto, ou porque eu estava a andar à chuva). Uma pessoa faz a sua caminha habitual e fica logo toda “ensopada”.
    É que hoje em dia o tempo cada vez está mais complicado, ou seja, isso significa que o Porto vai ganhar hoje.

    Seguir

    Get every new post delivered to your Inbox.